A Cooperativa de Trabalho do 3° Setor
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Curso de fotografia na Estruturar   

Entre os dias 21 de outubro e 12 de novembro acontecerá, na sede da Estruturar, um curso de fotografia ministrado pela fotógrafa Márcia Costa. Os/As participantes aprenderão técnicas fotográficas, composição e uso do flash.

Serão 8 aulas, às terças e quartas, das 8h30 às 10h30, que incluirão uma aula externa, apostila e certificado.

O valor é de R$ 80,00 à vista ou duas parcelas de R$ 50,00.

Há duas vagas gratuitas para os/as associados/as da cooperativa que quiserem participar do curso, e desconto de 15% para pagamento à vista e 10% para o parcelado aos/as interessados/as indicados/as pela Estruturar.

As inscrições podem ser feitas pelo endereço eletrônico estruturar@estruturar.com.br

Projeto plantando o Futuro

 

Educadora do Plantando o Futuro ganha primeiro lugar em concurso

Educadora social Alexandra Santana Silva, que faz contação de histórias para as crianças e jovens do Projeto Plantando o Futuro, foi a vencedora do concurso Uma Leitura que Mexeu com a Minha Cabeça, promovido pelo Instituto C&A.

O concurso destacou as melhores redações sobre as experiências pessoais de leitura entre os educadores das instituições parceiras do programa Prazer em Ler e entre os 25 textos participantes o resultado final foi:

1º lugar - Alexandra Santana Silva (Cooperativa de Trabalho Estruturar/Projeto Plantando o Futuro, RJ)
2º lugar - Kátia Denise (Associação Blumenauense de Amparo aos Menores, SC)
3º lugar - Jucenira Monteiro (Ideais - Instituto de Desenvolvimento, Ações e Implementações Sociais, RJ)

A equipe que analisou as redações observou critérios como o comentário em si sobre o livro lido, o nível de transformação promovido pela leitura relatada, o encantamento e emoção passados no texto, a criatividade do enredo e o emprego da norma culta.

Leia, na íntegra, o texto vencedor do concurso:

“Nasci em um dos estados brasileiros “mais ou menos” desfavorecido, onde o índice de má condição de vida é superabundante.

Ocupo a terceira posição de filho da minha mãe, sou a mais nova, desde pequena tenho “sede” em conhecer o que é novo.

Engraçado, adoro ler, lembro-me que na minha casa havia um enorme quintal, onde tínhamos um enorme livro que continha diversas histórias das mais diferenciadas partes do Brasil, só não me lembro como aquele livro foi parar ali, somente meu pai trabalhava, era trabalhador de salário mínimo e não tinha condições de comprar um livro, porque livros geralmente são muito caros, “ou você come, ou você compra livros”, como só tínhamos dinheiro pra comer, líamos o mesmo livro “mil” vezes. O que sei é que minha mãe lia para mim e para todas as crianças da vizinhança.

Tínhamos um horário marcado: era somente chegar da escola, comer e ler esse livro grosso.

Nessa mesma época, meu pai conseguiu um emprego de porteiro numa escola que ficava num bairro próximo de minha casa, adorei a idéia, era uma escola particular e geralmente escolas particulares tinham bibliotecas!. Eu nem sabia o que era uma biblioteca, escutava as crianças que conheciam, falar e aí minha imaginação voava.

Por vezes chegava a sonhar com a tal da biblioteca.

Na maioria dos dias meu pai trazia um livro, eu ficava maravilhada, e então lia tudo na maior pressa, nem me importava de que assunto se tratava, gostava de brincar de ler. Mas um dia, era um final de ano, onde todas as crianças ganhavam muitos presentes e incansavelmente faziam inúmeras listas de pedidos para seus pais, eu não, eu só queria entrar numa biblioteca e roubar um livro pra mim. Meu sonho seria realizado e acabava por ai.

Tola! Eu pensava assim. Nem sabia que me tornaria mais na frente “mediadora de leitura” por causa desse bendito livro que ganhei.

Que livro? De que autor? De qual editora? Com ilustrações de quem?

Ah tá bom, me deixa contar como foi esse contato com o mundo da biblioteca, ou melhor, da fantasia! Porque biblioteca para mim é uma fantasia.

Outro dia no meu trabalho discutíamos a respeito de “estórias infantis” ou “Histórias infantis”. Como podemos nos referir a isso?

-- Descobriam que “Historias” com esse “aghazão” é acontecimento sério! Aquilo que é de verdade mesmo!

-- E que “estórias infantis” é de mentirinha!. Poxa! Mentirinha!, Fiquei meio “chateada”.Mas deixa pra lá. Ah pensando bem “deixa pra lá nada!” porque esse assunto também é comigo.

Pensem o que quiserem a respeito de como se escreve “historias ou Estória” prefiro mesmo é estar em contato e sonhar com as “bobices” da leitura, pois assim eu já sou mais do que feliz. Somente me deixem fazer isso.

No período de Dezembro de 1997, com meus 10 anos de idade, numa tarde chuvosa a amiga de meu pai me convidou para fazer uma arrumação na biblioteca da escola que papai trabalhava (tirar a poeira das prateleiras) em troca ela me daria um livro.

UAU! Um livro só pra mim? Claro que aceitei sem pensar na proposta.

Entrei naquela biblioteca “ah se eu pudesse morar aqui!” pensei aqueles pensamentos bobinhos de criança, acho que li mais do que limpei e no final ainda ganhei o meu “primeiro bendito livro de “Histórias infantis” com esse “aghazão” mesmo!. Porque naquela altura, aquela história era bem de verdade pra mim”.

O meu primeiro bendito livro com um “ahazão” maiúsculo e tudo, simbolizando que era de Historia bem de verdade! Foi: “Chapeuzinho amarelo de Chico Buarque e ainda com ilustrações de Ziraldo”. Ganhei meu dia, ganhei meu ano, ganhei minha espera, ganhei tudo, e ai “roubei” a “chapeuzinho amarelo” somente pra mim, é porque fiquei com muito medo de qualquer um cuidar muito mal dela, na minha concepção. “Eu era a melhor “cuidadora” da chapeuzinho Amarelo do Brasil, ELA ERA MINHA! Afinal me deram-na de presente”.

Encarreguei-me rapidamente de decorar o livro todo e guardá-lo dentro de mim, pra que ninguém e até mesmo o Chico Buarque não me tomasse ele!

É um livro tão gostoso, comparado ao gosto de todas as minhas comidas prediletas, a diferença é que minha barriga nunca enche quando leio “chapeuzinho Amarelo” e nem me deixa enjoada, sou sempre insaciável.

“Conta-nos a história de uma menina que sofria de medo excessivo, e que seu maior medo era um medo do tal de um lobo, que nem se via, no final ela joga todos esses medos para fora”.

Essa coragem de “chapeuzinho Amarelo” me impulsionou a olhar somente para frente, a buscar aquilo que é verdadeiro, a encarar medos difíceis de serem superados.

Não gostaria de dizer que esse livro marcou minha vida, gostaria de afirmar que “este é um livro que mudou minha vida”.

Fui transformada em “mediadora de leitura”, pois me sentava no mesmo lugar, no mesmo quintal que mamãe, e recitava para minhas melhores amigas da vizinhança Chapeuzinho Amarelo, até elas criarem gosto por esse livro e começarem a recitar também. Creio que se perguntarem para elas, firmemente recitarão, pelo menos um trecho deste livro.

Mais na frente no ano de 2006, já assumindo o cargo de Educadora (no Projeto Plantando o Futuro) deparei-me com o meu livro, com a minha chapeuzinho Amarelo, que roubei de Chico Buarque e de todas as crianças do Brasil e ainda com os meus desenhos que Ziraldo desenhou somente pra mim. Agora teria que compartilhá-lo com uma toda nova geração de crianças.

Crianças com os mesmos anseios que outrora me acompanharam durante toda minha infância.

Estava me despedindo de “Chapeuzinho Amarelo” chegara a hora de desfazer-me dela, para que outros tivessem oportunidade de conhecê-la. Sonhar com ela, cuidar da minha menininha, pois a partir de agora estaria assumindo o papel mais difícil. O papel de adulto. Ela se foi, mas, como em quase todas as vezes que as pessoas especiais se vão e acabam deixando um pouco de si, ela se foi e deixou tudo de si em mim.

Porém ainda acho que sou a adulta, que ainda sonha como uma criança. Percebo-me criança, às vezes me pego falando como criança, lendo como criança, imaginando como criança, às vezes até acho que poderia ser a pequena Princesinha, do livro do Pequeno Príncipe (acho que deveria ocupar o lugar dele) que ousadia! Sei que nesse livro nem tem “princesinha”, mas se tivesse certamente seria eu.

Por fim, a “Chapeuzinho Amarelo” é minha, do Vitor, do Carlos, do Felipe, da Clarinha, da Juju, da Faby Bahia, da Chris, do Fabrício, do Johnny, da Luzia, do Belo, da Luiza, da Selma, da Bia, do João, do Zé, da Maria, do Maninho, da Tita, de todo o Brasil, de todo o mundo inteiro, de todo o Globo terrestre. Menos do Chico Buarque que escreveu e do Ziraldo que desenhou.

Pra mim Chico Buarque virou “Ocihc Euqarub” e Ziraldo “Odlariz” e o livro não é deles. É NOSSO!”

Alexandra Santana da Silva

 

Cooperativa de táxi atende cadeirantes

 

A Cooperativa Especial Cooptaxi, no Rio de Janeiro, possui veículos equipados para atender pessoas que usam cadeira de rodas. O serviço tem a mesma tarifa dos táxis convencionais e pode ser solicitado pelo telefone 3295-9606.

Os carros têm lugar para dois acompanhantes.

O táxi é equipado com um mecanismo hidráulico, semelhante a um elevador, que permite ao motorista levantar e abaixar a cadeira de rodas do passageiro apertando apenas um botão.

O fato de ser uma Cooperativa garante ao usuário a segurança tão necessária nos tempos atuais.

Espaço de Ensino à Distância – Cooperativa Estruturar
   

 

Apresentação de Proposta de capacitação à distância
 

Com as devidas adaptações locais, serão envolvidos, num processo de Educação à Distância, cooperados e cooperadas da Cooperativa de Trabalho Estruturar localizados em todo o Brasil.

A finalidade deste projeto capacitar os/as cooperados/as em diversos temas, incluindo cooperativismo e empreendedorismo. Para isso serão elaborados modelos pedagógicos que sirvam como subsídios para aplicações das conexões e da interoperabilidade entre redes de computadores na Educação à Distância.

Como produto espera-se poder colocar à disposição dos/as cooperados/as e da sociedade em geral, nos diferentes contextosbrasileiros, diversificados cursos na forma de novos recursos tecnológicos e metodológicos, testados e avaliados, para servir à melhor qualificação dos/as cidadãos/as e de suas comunidades. Clique aqui para continuar o texto.

 

  Associados/as

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Sem eventos no momento.

  Cooperativismo
Intercooperação

Para o fortalecimento do cooperativismo é importante que haja intercâmbio de informações, produtos e serviços, viabilizando o setor como atividade sócio-econômica. Por outro lado, organizadas em entidades representativas, formadas para contribuir no seu desenvolvimento, determinam avanços e conquistas para o movimento cooperativista nos níveis local e internacional.

A cooperativa Estruturar defende iniciativas que fortaleçam o Cooperativismo